tenho que sair para conviver com o irreal do sons
estou numa apreensão tática do delirio
dos riscos das folhas
estou numa apreensão tática do delirio
mortas
estou numa apreensão tática do delirio
e humidecidas
estou numa apreensão tática do delirio
eo frio dos cantos e brechas da inconstante
segunda-feira, 8 de outubro de 2007
raspa, raspa,raspa.......e queima, queima,queima...
engancha a tira de frases nos cabelos do amor
onde não há dispensa nem converte a mingua
entrança o cizo de ontem na cama dos prejuizos
inclina a vinda da carta pra sentir o polimento
adia a noite e o dia com suave fortaleza
lembra da mesa com cores, trilhas de linhas minhas
trata da carne com ansia e cansa de ornamentar
cospe e goza na rede com febre de lingua
raspa, raspa,raspa.......e queima, queima,queima...
onde não há dispensa nem converte a mingua
entrança o cizo de ontem na cama dos prejuizos
inclina a vinda da carta pra sentir o polimento
adia a noite e o dia com suave fortaleza
lembra da mesa com cores, trilhas de linhas minhas
trata da carne com ansia e cansa de ornamentar
cospe e goza na rede com febre de lingua
raspa, raspa,raspa.......e queima, queima,queima...
domingo, 7 de outubro de 2007
entre a vida e a lida da morte
vasculho o cotidiano entre a vida e a lida da morte
preparo do novo interte a cama do feio erotico
caibo num fio de pintura à sujeira do dia a brisa que passa
acha o aço no verso e distorço o inverso com gritos
restos de prestimos agregados a voz
corte da carne pregado de nós
gama de dentes ardentes pra luta
trovas alongadas e embaladas de jeitos
livre lii livros que livram das livrarias
Assinar:
Postagens (Atom)