segunda-feira, 8 de outubro de 2007

raspa, raspa,raspa.......e queima, queima,queima...

engancha a tira de frases nos cabelos do amor
onde não há dispensa nem converte a mingua
entrança o cizo de ontem na cama dos prejuizos
inclina a vinda da carta pra sentir o polimento

adia a noite e o dia com suave fortaleza
lembra da mesa com cores, trilhas de linhas minhas
trata da carne com ansia e cansa de ornamentar
cospe e goza na rede com febre de lingua

raspa, raspa,raspa.......e queima, queima,queima...

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