tenho que sair para conviver com o irreal do sons
estou numa apreensão tática do delirio
dos riscos das folhas
estou numa apreensão tática do delirio
mortas
estou numa apreensão tática do delirio
e humidecidas
estou numa apreensão tática do delirio
eo frio dos cantos e brechas da inconstante
segunda-feira, 8 de outubro de 2007
raspa, raspa,raspa.......e queima, queima,queima...
engancha a tira de frases nos cabelos do amor
onde não há dispensa nem converte a mingua
entrança o cizo de ontem na cama dos prejuizos
inclina a vinda da carta pra sentir o polimento
adia a noite e o dia com suave fortaleza
lembra da mesa com cores, trilhas de linhas minhas
trata da carne com ansia e cansa de ornamentar
cospe e goza na rede com febre de lingua
raspa, raspa,raspa.......e queima, queima,queima...
onde não há dispensa nem converte a mingua
entrança o cizo de ontem na cama dos prejuizos
inclina a vinda da carta pra sentir o polimento
adia a noite e o dia com suave fortaleza
lembra da mesa com cores, trilhas de linhas minhas
trata da carne com ansia e cansa de ornamentar
cospe e goza na rede com febre de lingua
raspa, raspa,raspa.......e queima, queima,queima...
domingo, 7 de outubro de 2007
entre a vida e a lida da morte
vasculho o cotidiano entre a vida e a lida da morte
preparo do novo interte a cama do feio erotico
caibo num fio de pintura à sujeira do dia a brisa que passa
acha o aço no verso e distorço o inverso com gritos
restos de prestimos agregados a voz
corte da carne pregado de nós
gama de dentes ardentes pra luta
trovas alongadas e embaladas de jeitos
livre lii livros que livram das livrarias
quinta-feira, 20 de setembro de 2007
e ou me
E me aprego nas paginas, bebo de signos
E me arrepio no fantastico, lindo de estilo
e me arremedo de dor, ermos de flores
E me disolvo ao lunar, ar de acasos
ou me sento ao mundano, planos, anos
ou me adereço a curvas, rugas e gurnas
E me arrepio no fantastico, lindo de estilo
e me arremedo de dor, ermos de flores
E me disolvo ao lunar, ar de acasos
ou me sento ao mundano, planos, anos
ou me adereço a curvas, rugas e gurnas
quarta-feira, 19 de setembro de 2007
rompe
rompe o ferro, lambea gruta
verga a alma , gria na tumba
cospe no cano, masca o enamo
briga na cama, goza na lama
veste o saco, trepa no casco
se chma de ser, o é, que sou, eueu,,eu..eu..
verga a alma , gria na tumba
cospe no cano, masca o enamo
briga na cama, goza na lama
veste o saco, trepa no casco
se chma de ser, o é, que sou, eueu,,eu..eu..
segunda-feira, 17 de setembro de 2007
antinominal sujeito de versos
mirabolas de retas a causa de tempo , com inusitado de frente = das horas, dos seres , das caras da gente.
grespi
a lingua de luz lambenddo o dorso das ondas da morteestar numa apreensão tática do deliriotransando com metaforasDe brando o tom do meu olho veste a brisa da luzDe bravo a cortina da vida segue o que me conduzA grande espinha do mundo encosta de leve no braçoO grave que arde inventa o canto do laçoO visto da nua pagina esquenta a vida das palavras até forçá-las ao delírio dos nomesA fome de livros aumenta o mingau de sentidos e o longo do grifo agita-se lendoDe ramos a ritos o dito se arranha, há frases que banham de lodo e se esticam.No vão da imagem entopem de rumos, engole o sumo das ambigüidades.O tosco vibra e cisma de corO mofo mexe com a cauda da florSe entre os tímpanos ouço os planosO dia do olho é o cotidianoA cargo de sermos a beira das linhas, embrulho as minhas com rastro silencio.O viver intenso que me absorve espana os males de dores e vicioO inicio das coisas se esfregam nos entes, o dente dos modos incomoda o todo.Bocejo o fogo sem medir o encanto, invento os cantos pra me enredar.
mar e son
mar e son
cume do mundo
O dardo da musica fere o limite e empolga a longevidade da dobra do infinito, que permanece como um corte aberto na nuca do ser e esquenta os adjetivos a maneiras de substancias diluíveis, fluidas e derramam o inusitado pelo corpo do estranho. As aspirações que envergam no corpo do desejo vão fruir de tempos em tempo até o enunciado efervescer como Arte, como vida, como Historia. A vida irá inflamar a Arte e torná-la Historia, mesmo que assim não se possa reconhecê-la.
mar e son
mar e son
trempe
Artista que improvisa e desenrola o tempo para despojar seus latejos poéticos ,
transgride aos valores, meandra o estilo e abocanha com vontade o fato profundo.
Assinar:
Postagens (Atom)